O supervulcão mais temido do mundo. Veja!
- 6 de jan. de 2015
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Debaixo do solo do Parque Nacional de Yellowstone no estado de Wyoming, nos Estados Unidos, está o maior supervulcão do mundo. As erupções dele são gigantescas e devastadoras, com potencial para destruir boa parte dos Estados Unidos e até mesmo alterar a história do mundo.

De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, houve três grandes erupções do supervulcão de Yellowstone, nos últimos milhões de anos. A primeira foi cerca de 2,1 milhões de anos atrás, a segunda ocorreu 1,3 milhões de anos atrás e a última grande erupção foi em torno de 640 mil anos atrás. No momento, o supervulcão é classificado como “dormente”, não tendo sofrido erupção nos últimos 70 mil anos. Com base nos registros históricos estima-se que o intervalo de erupção é de cerca de 700 mil anos, o que nos leva a crer que o vovô Yellowstone está atrasado em 10 mil anos para a sua próxima erupção, e por conta disso, estudiosos acreditam que ele está se extinguindo. Será mesmo?

Não sou muito adepto de teorias da conspiração, mas estudos no local comprovam o contrário, pois entre 1923 e 1977 o centro da caldeira se elevou mais de 60 centímetros. E nos últimos 10 anos, novas pesquisas revelaram que o solo estava afundando entre 1995 e 2000, o que mostra que o supervulcão está “acordado” em vez de “dormente” como é classificado atualmente. A Universidade de Utah, localizada a oeste dos EUA, monitora e divulga dados da caldeira através dos estudos de Robert Smith, professor e coordenador de pesquisa. Acesse aqui

Bem, quanto ao seu formato, em vez de um único cone com um furo em sua ponta, como conhecemos das aulas de geografia e das maquetes de argila que fazíamos, a caldeira do vulcão é um labirinto interligado de gás e água que forma uma caverna que tem 90 quilômetros de largura e 15 quilômetros de altura, com 600 quilômetros cúbicos de rocha fundida. São mais de 10 mil pontos de ebulição, rios com águas ferventes e gêiseres agindo como válvulas de liberação de pressão da natureza, mantendo o supervulcão aquecido evitando que ele exploda.

Para finalizar, o governo americano não descarta a hipótese de que Yellowstone pode vir a entrar em erupção subitamente, o site de notícias Sul-Africano Praag, afirma que o governo americano ofereceu cerca de US$ 10 bilhões por ano ao Congresso Nacional Africano, durante 10 anos, para se construir abrigos temporários para os norte-americanos em caso de uma erupção, como parte do plano de contingência. Outros países relacionados no plano são: Brasil, Argentina e Austrália. Isso se deve, porque caso haja uma explosão, todo o continente norte-americano será devastado e entrará em um “inverno vulcânico”. Porém, o porta-voz Sipho Mathetwe do Ministério de Relações Exteriores da África do Sul decidiu rejeitar o pedido dos Estados Unidos, dizendo: "O governo Sul-Africano tem simpatia pelo americano ao desafio Yellowstone, mas nós temos nossos próprios desafios na África do Sul. Há 200 milhões de brancos nos Estados Unidos e se também, muitos deles fugiram para a África do Sul, seria um grande problema, mesmo que não haja habitação e infraestrutura disponível suficiente. Desestabiliza o país e poderá até trazer de volta a apartheid. A África Sul não está à venda.”









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