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É possível recriarmos os dinossauros?

  • 27 de set. de 2015
  • 1 min de leitura

Quem não se lembra da famosa cena no filme "Jurassic Park" de 1993, na qual um grupo de cientistas extraem o DNA de mosquitos preservados em âmbar (resina produzida pelos vegetais) por milhões de anos. Mas será que a ideia de trazer os grandes répteis de volta é uma loucura do cinema? Poderiam tiranossauros e brontossauros voltar a vagar pela Terra?


Cientista extraindo DNA de um âmbar - Jurassic Park, 1993.

Bem, se trouxermos essa teoria para a realidade é impossível, isso porque o DNA não pode sobreviver mais de 6,3 milhões de anos, de acordo com recente pesquisa realizada na Austrália. Mas então, como seria possível? A resposta é "inverter a evolução", algo parecido com o método de clonagem, alterando os genes para orientar o nascimento de uma nova "cria".


Os extintos gigantes são os ancestrais dos pássaros. Por isso, o palentólogo Jes Rust acredita que os cientistas poderiam, futuramente, modificar geneticamente o DNA de pássaros para chegar a um resultado próximo do que seria um dinossauro. Se a intenção é criar dinossauro de maior porte, seria melhor optar pelo avestruz – outro pássaro cujo DNA poderia ser manipulado. O novo híbrido teria cauda e seria levemente parecido com um velociraptor, o predador inteligente da série Parque dos Dinossauros.


Velociraptor - Jurassic World, 2015.


A ideia de ver os dinossauros novamente, e não apenas seus esqueletos, detém uma profunda atração. Há, na verdade, apenas uma pequena chance de isso acontecer, mas esse fato só torna o desafio ainda mais interessante.



Fonte

Carta Capital

 
 
 

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